JF Quality - Engenharia e Qualificação

Qualificação de Capelas de Exaustão

Qualificação de Capelas de Exaustão com avaliação de contenção e desempenho do sistema

A JF Quality realiza avaliações técnicas de capelas de exaustão química com ensaios definidos conforme o equipamento, o sistema de exaustão e as referências aplicáveis ao escopo.

  • ASHRAE 110
  • EN 14175
  • SEFA 1
  • NR-09
  • NR-15
  • NR-32
  • RDC nº 67/2007
  • RDC nº 301/2019
  • ABNT NBR ISO/IEC 17025

Antes de qualificar

Capela química não é fluxo laminar nem CSB

Capelas de exaustão química removem vapores e gases por um sistema de exaustão para o exterior. Fluxos laminares e cabines de segurança biológica utilizam princípios diferentes e atendem a outros tipos de risco.

Por isso, o protocolo de qualificação deve ser compatível com o tipo de equipamento e com o risco que ele precisa controlar.

  • Capela de exaustão química

    Remove vapores e gases por exaustão para o exterior.

  • Fluxo laminar e CSB

    Princípios diferentes, voltados a outros tipos de risco.

Riscos possíveis

O que a qualificação ajuda a identificar

O desempenho de uma capela depende do equipamento e do sistema de exaustão como um conjunto. Pontos de atenção possíveis:

  • Velocidade de face fora da condição definida

    Fluxo na abertura frontal diferente do previsto para o equipamento.

  • Escape de vapores pela abertura

    Vazamento de vapores da capela em direção à região do operador.

  • Padrão de fluxo inadequado

    Fluxo turbulento, recirculação ou zonas mortas no interior da capela.

  • Falha no sistema de exaustão

    Problemas em duto, damper, ventilador ou saída externa.

  • Danos ou obstruções na estrutura

    Desgaste, avarias ou obstruções que interferem no funcionamento.

  • Documentação insuficiente

    Registros que não permitem demonstrar o desempenho do equipamento.

Ensaios

Etapas técnicas da qualificação

Os ensaios aplicáveis são definidos conforme a capela, o sistema de exaustão e o escopo do trabalho.

  1. 01

    Inspeção técnica inicial

    Avaliação visual da integridade estrutural da capela, incluindo vedações, guilhotina, puxadores, conexões, superfície interna, obstruções e sinais de desgaste.

  2. 02

    Teste de contenção com gás traçador SF₆

    Ensaio previsto no material para avaliação objetiva da capacidade de contenção da capela por meio de gás traçador e detecção na região do operador.

    • ASHRAE 110
    • EN 14175
  3. 03

    Mapeamento de velocidade de face

    Medição da velocidade do ar em uma grade de pontos na abertura frontal da capela para avaliar a distribuição do fluxo.

    • ASHRAE 110
    • SEFA 1
  4. 04

    Visualização do padrão de fluxo por fumaça

    Ensaio qualitativo com fumaça para observar o comportamento do fluxo no interior da capela e identificar regiões de recirculação, zonas mortas ou possíveis vetores de escape.

    • ASHRAE 110
  5. 05

    Verificação do sistema completo de exaustão

    Inspeção do conjunto de exaustão, incluindo duto, damper, ventilador e saída externa, para relacionar o desempenho da capela às condições do sistema.

    • NR-09
    • NR-32
  6. 06

    Registro e rastreabilidade das medições

    Organização dos resultados, instrumentos utilizados e documentação de calibração aplicável ao trabalho.

    • ABNT NBR ISO/IEC 17025

Referências

Normas e referências

Referências citadas no material técnico. As aplicáveis a cada capela são definidas no escopo.

  • ASHRAE 110Desempenho de capelas laboratoriaisReferência citada no material para mapeamento de velocidade de face, visualização por fumaça e teste de contenção com gás traçador.
  • EN 14175Fume cupboardsReferência citada no material para requisitos de segurança e desempenho de capelas de exaustão.
  • SEFA 1Diretriz de desempenhoReferência citada no material em conjunto com critérios de velocidade de face.
  • NR-09Controle de exposições ocupacionaisReferência citada no material em relação às medidas de prevenção e ao desempenho de sistemas de proteção coletiva.
  • NR-15Exposição ocupacionalReferência citada no material no contexto de exposição a agentes químicos.
  • NR-32Serviços de saúdeReferência citada no material para sistemas de exaustão e medidas de segurança em serviços de saúde.
  • RDC nº 67/2007Farmácias de manipulaçãoReferência citada no material para equipamentos e processos em farmácias de manipulação.
  • RDC nº 301/2019Boas Práticas de FabricaçãoReferência regulatória citada no material para qualificação de equipamentos críticos em ambientes farmacêuticos.
  • ABNT NBR ISO/IEC 17025Rastreabilidade metrológicaReferência citada no material para documentação de calibração e rastreabilidade dos instrumentos utilizados.

Aplicações

Aplicações citadas no material

Contextos em que capelas de exaustão química são utilizadas.

  • Farmácias de manipulação

  • Indústria farmacêutica

  • Laboratórios de análises clínicas

  • Hospitais e serviços de saúde

  • Indústria cosmética

  • Laboratórios de pesquisa e ensino

  • Indústria química e petroquímica

  • Indústria de alimentos e bebidas

Etapas

Como o trabalho é conduzido

  1. 1

    Identificação da capela e aplicação

    Tipo de equipamento, substâncias/manipulações envolvidas e condição atual.

  2. 2

    Definição do escopo

    Seleção dos ensaios e referências aplicáveis.

  3. 3

    Execução em campo

    Inspeções e medições previstas no escopo.

  4. 4

    Análise dos resultados

    Organização das medições, observações e critérios utilizados.

  5. 5

    Relatório técnico

    Documentação dos resultados, instrumentos e referências aplicáveis.

Entregável

O que você recebe

Relatório técnico por capela, organizado para consulta das áreas de Qualidade, Engenharia e Segurança.

Relatório técnicoESTRUTURA
  1. Identificação da capela e local de instalação
  2. Escopo dos ensaios executados
  3. Metodologia e referências utilizadas
  4. Mapa de velocidade de face, quando aplicável
  5. Registros do teste de contenção, quando aplicável
  6. Observações do ensaio de fumaça
  7. Avaliação dos componentes do sistema de exaustão
  8. Instrumentos utilizados e documentação de calibração aplicável
  9. Resultados e critérios de comparação
  10. Conclusão técnica
  11. Registro fotográfico, quando aplicável

O relatório técnico é um registro do trabalho executado. Sua utilização no sistema de qualidade e em processos regulatórios é definida por cada empresa.

Diferenciais

Como entregamos

  1. Metodologia compatível com risco químico

    Avaliação estruturada especificamente para capelas de exaustão química.

  2. Avaliação além da velocidade de face

    O escopo pode combinar contenção, padrão de fluxo e sistema completo de exaustão.

  3. Visão do sistema completo

    Capela, dutos, damper, ventilador e descarga externa podem ser avaliados dentro do escopo.

  4. Documentação técnica estruturada

    Resultados, instrumentos, referências e observações reunidos no relatório.

FAQ

Perguntas frequentes

A capela de exaustão química remove vapores e gases por meio de um sistema de exaustão. A cabine de segurança biológica trabalha com princípios de contenção e filtração voltados a riscos biológicos. Por isso, os ensaios e referências de qualificação são diferentes.

Vamos definir o escopo técnico para o seu processo?

Envie as informações básicas do seu sistema. A equipe técnica retorna para entender a necessidade e estruturar a proposta.