Qualificação de Fluxos Laminares, CSBs e Isoladores
Qualificação de Fluxos Laminares, CSBs e Isoladores com ensaios e documentação técnica
A JF Quality realiza qualificação de equipamentos de fluxo unidirecional e contenção, com ensaios definidos conforme o tipo de equipamento e as referências técnicas aplicáveis ao escopo.
- ABNT NBR 15767
- ABNT NBR ISO 14644-1
- ABNT NBR ISO 14644-3
- RDC nº 301/2019
- IN nº 35/2019
- RDC nº 67/2007
- RDC nº 512/2021
- NSF/ANSI 49
- Integridade do filtro HEPA
- Velocidade e uniformidade do fluxo
- Contagem de partículas
- Relatório técnico por equipamento
Tipo de equipamento
Qual equipamento está sendo qualificado?
O tipo de equipamento define a função de proteção e, por consequência, os ensaios aplicáveis.
Capela de Fluxo Laminar
Equipamento voltado à proteção da amostra/produto por meio de fluxo de ar unidirecional filtrado por HEPA. O material alerta que não deve ser tratado como equipamento de proteção do operador para agentes patogênicos ou químicos tóxicos.
Cabine de Segurança Biológica (CSB)
Equipamento de contenção que utiliza barreiras de ar e filtração da exaustão. O material diferencia Classe I e Classe II quanto à proteção do operador, ambiente e produto.
Isoladores / Classe III
Equipamentos fechados que utilizam barreira física e luvas acopladas, podendo operar com pressão positiva ou negativa conforme a finalidade de proteção.
Fluxo Laminar
- Protege produto
- Sim
- Protege operador
- Não
- Protege ambiente
- Não
CSB Classe I
- Protege produto
- Não
- Protege operador
- Sim
- Protege ambiente
- Sim
CSB Classe II
- Protege produto
- Sim
- Protege operador
- Sim
- Protege ambiente
- Sim
Isolador / Classe III
- Protege produto
- Sim(pressão positiva)
- Protege operador
- Sim(pressão negativa)
- Protege ambiente
- Sim
Síntese do material técnico, não uma recomendação universal de biossegurança. A escolha do equipamento depende da avaliação de risco de cada aplicação.
Riscos possíveis
Riscos de um equipamento sem qualificação
Sem ensaios periódicos, a condição real do equipamento deixa de ser conhecida. Pontos que a qualificação ajuda a identificar:
Filtro ou vedação com problema
Falhas no filtro HEPA ou na vedação que comprometem a filtração.
Velocidade do ar fora do esperado
Fluxo abaixo ou acima da condição definida para o equipamento.
Fluxo não uniforme
Regiões da área de trabalho com comportamento diferente do esperado.
Partículas acima da condição definida
Concentração de partículas na zona de trabalho fora da condição de limpeza prevista.
Uso incompatível com a função de proteção
Equipamento utilizado para uma finalidade de proteção que ele não oferece.
Documentação incompleta
Qualificação sem registros suficientes de ensaios, instrumentos e critérios.
Ensaios
Etapas e ensaios previstos na qualificação
Os ensaios aplicáveis são definidos conforme o tipo de equipamento e o escopo do trabalho.
- 01
Verificação da integridade física
Inspeção visual da estrutura, vedações, filtros e componentes internos antes dos ensaios instrumentais.
- ABNT NBR 15767
- 02
Teste de integridade do filtro HEPA
Ensaio com fotômetro de varredura e aerossol previsto no material para identificação de falhas ou problemas de vedação.
- ABNT NBR ISO 14644-3
- NSF/ANSI 49
- 03
Medição da velocidade do ar
Medição em múltiplos pontos da saída de ar e do perfil de fluxo, conforme o tipo de equipamento e o escopo.
- ABNT NBR 15767
- 04
Avaliação da uniformidade do fluxo
Mapeamento da área de trabalho para avaliar a distribuição do fluxo e identificar regiões com comportamento diferente do esperado.
- ABNT NBR ISO 14644-3
- 05
Contagem de partículas em suspensão
Avaliação da concentração de partículas na zona de trabalho para verificar a condição de limpeza definida para o equipamento e sua aplicação.
- ABNT NBR ISO 14644-1
- 06
Rastreabilidade metrológica
Registro dos instrumentos utilizados e da documentação de calibração aplicável ao trabalho.
- ABNT NBR ISO/IEC 17025
Referências
Normas e referências
Referências citadas no material técnico. As aplicáveis a cada equipamento são definidas no escopo.
- ABNT NBR 15767Fluxo unidirecional e cabines de segurança biológicaReferência indicada no material para requisitos de construção e métodos de ensaio relacionados a equipamentos de fluxo unidirecional e cabines de segurança biológica.
- ABNT NBR ISO 14644-1Classificação da limpeza do arReferência indicada no material para avaliação da concentração de partículas e classificação de limpeza.
- ABNT NBR ISO 14644-3Métodos de ensaioReferência citada para ensaios como integridade de filtros e avaliação do comportamento do fluxo.
- RDC nº 301/2019Boas Práticas de FabricaçãoReferência regulatória citada no material para qualificação de equipamentos críticos em ambientes farmacêuticos.
- IN nº 35/2019Produtos estéreisReferência citada no material em conjunto com requisitos de ambientes e equipamentos utilizados em processos estéreis.
- RDC nº 67/2007Farmácias de manipulaçãoReferência citada no material para equipamentos utilizados em preparações estéreis em farmácias de manipulação.
- RDC nº 512/2021Laboratórios de Controle de QualidadeReferência citada no material para práticas de controle de qualidade, monitoramento ambiental e equipamentos críticos.
- NSF/ANSI 49Cabines de Segurança BiológicaPadrão internacional citado no material para Cabines de Segurança Biológica.
- ABNT NBR ISO/IEC 17025Rastreabilidade metrológicaReferência citada no material para documentação e calibração dos instrumentos utilizados nos ensaios.
Aplicações
Aplicações citadas no material
Contextos em que fluxos laminares, CSBs e isoladores são comumente utilizados.
Indústria farmacêutica
Processos produtivos e áreas críticas.
Farmácias de manipulação
Preparações em ambiente controlado.
Laboratórios de controle de qualidade
Ensaios e manipulação de amostras.
Hospitais e clínicas
Equipamentos de proteção de produto e operador.
Centros de biotecnologia
Manipulação de materiais biológicos.
Indústria cosmética
Processos com controle de contaminação.
Hemocentros
Manipulação de material biológico.
Agroindústria regulada
Processos com requisitos de controle.
Etapas
Como o trabalho é conduzido
- 1
Identificação do equipamento
Tipo, classe, aplicação e condição atual.
- 2
Definição do escopo
Seleção dos ensaios e referências aplicáveis ao equipamento.
- 3
Execução dos ensaios
Medições e verificações previstas no escopo.
- 4
Organização dos resultados
Registro das medições, critérios e observações.
- 5
Relatório técnico
Documentação técnica com os resultados e referências utilizadas.
Entregável
O que você recebe
Relatório técnico por equipamento, organizado para consulta das áreas de Qualidade e Engenharia.
- Identificação do equipamento
- Escopo dos ensaios executados
- Metodologia e referências utilizadas
- Resultados das medições
- Registro dos instrumentos utilizados
- Documentação de calibração aplicável
- Memória de cálculo, quando aplicável
- Registro fotográfico, quando aplicável
- Conclusão técnica
- Histórico útil para futuras requalificações
O relatório técnico é um registro do trabalho executado. Sua utilização no sistema de qualidade e em processos regulatórios é definida por cada empresa.
Diferenciais
Como entregamos
Escopo adaptado ao tipo de equipamento
Ensaios definidos conforme fluxo laminar, CSB ou isolador e sua aplicação.
Múltiplos ensaios em um mesmo trabalho
Integridade, velocidade, fluxo e partículas podem ser organizados dentro do mesmo escopo quando aplicável.
Documentação técnica estruturada
Metodologia, resultados, instrumentos e referências organizados no relatório.
Planejamento de requalificação
Possibilidade de registrar histórico e apoiar o planejamento de futuras qualificações.
FAQ
Perguntas frequentes
Vamos definir o escopo técnico para o seu processo?
Envie as informações básicas do seu sistema. A equipe técnica retorna para entender a necessidade e estruturar a proposta.
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